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OPINIÃO: ‘Controle de carga’, Renato no sofá e o vexame arrogante do Brasil na Sul-Americana

OPINIÃO: ‘Controle de carga’, Renato no sofá e o vexame arrogante do Brasil na Sul-Americana


Quem planta arrogância, colhe vexames.

Este pode ser o resumo da estreia de quatro gigantes brasileiros na Sul-Americana, justamente a competição em que os quatro têm mais chances de ganhar uma taça importante em 2026.

Atlético-MG, Grêmio, Santos e Vasco recorreram ao já famoso “controle de carga” e pouparam uma penca de titulares na primeira rodada do Sul-Americano.

No Vasco, o desprezo foi ainda maior, com o técnico Renato Gaúcho se recusando a viajar até a Argentina para comandar o time contra o Barracas Central.

Da sua sala de TV no Rio, Renato viu o mistão vascaíno empatar sem gols.

Pior aconteceu com atleticanos, gremistas e santistas. Sem suas principais estrelas, todos perderam para clubes modestos.

O Deportivo Cuenca, que ganhou do Santos, tem orçamento anual, pelo câmbio atual, equivalente a R$ 10,7 milhões.

Isso mesmo. Para pagar todo seu elenco por uma temporada inteira o clube tem um valor que não banca 12% dos R$ 95 milhões que o Santos reconhece dever para Neymar.

Evidente que todo clube deve aproveitar seu elenco e, seguindo recomendações médicas e físicas, poupar seus jogadores.

Mas, no caso brasileiro na Sul-Americana, o que aconteceu é simplesmente tirar de campo os melhores jogadores, com ou sem motivo.

O “controle de carga” e a absoluta covardia de Renato Gaúcho fizeram o Brasil passar vergonha. Um vexame absoluto contra times médios de Equador e Venezuela e nanicos de Argentina e Uruguai.

Será que depois do descanso os quatro vão arrebentar na próxima rodada do Brasileiro?



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